3 thoughts on “Contradições Económicas : Ora aperta, ora desaperta

  1. Isto tem uma razão muito simples: Portugal, na verdade, não foi afectado pela crise internacional.

    Quero eu dizer, a crise internacional afectou (maioritariamente) a banca. No entanto, em Portugal a banca sempre esteve de saúde pelo pouco controlo que o Governo tinha sobre esta (pelo facto de as deixar praticar o que bem queriam no que toca a créditos, condições e afins)!

    Com esta “crise”, as directivas da União Europeia foram adaptadas no sentido de se baixarem os juros (o que facilitaria o crédito E permitiria às pessoas não entrarem em pânico e manter tudo sobre controlo).

    No entanto, como este país de merda está cheio de chicos espertos e filhos da puta a governarem-nos, os bancos aproveitaram essa merda para aumentar as suas margens de forma a manterem os seus lucros.

    Ou seja, no final, acreditem que a banca não passou por dificuldades no nosso país. Entre mil e uma trafulhices, das quais apenas algumas foram descobertas, tudo vai bem neste paraíso fiscal que é Portugal (no que toca à Banca já que para todas as restantes áreas é só impostos atrás de impostos sujos e sem qualquer razão (legal) de serem)!

    Já o Almada Negreiros dizia…
    “Oh! Se eu soubesse que o Inferno
    não era como os padres mo diziam:
    uma fornalha de nunca se morrer…
    mas sim um Jardim da Europa
    à beira-mar plantado… ” (in a Cena do Ódio).

    Acreditem: isto é o inferno.

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