SpaceBits

É já amanhã que é o lançamento do HAB do projecto SpaceBits… mesmo ali perto em Castro Verde, a equipa convida qualquer um a aparecer pelas 11 para ver o balão subir.

Quatro geeks Portugueses que vão lançar um balão até aos 30KM de altitude e depois tentar recuperar a sonda 🙂

The goal for this project is to launch an High Altitude Balloon (HAB) with a computer probe to near space in Portugal. The Helium filled Balloon will go as high as 30.000 meters (that’s about 100.000 feet), to the stratosphere, then explodes and the probe falls with a parachute and is recovered in earth.

O lançamento e percurso podem ser acompanhados pela Internet no DashBoard que foi disponibilizado em http://spacebits.eu/live ou através do Twitter. Há também Facebook , RSS e afins e prevê-se de certeza amanhã grande agitação pelas redes sociais com o balão no ar certamente 🙂

O melhor mesmo é não perderem, e caso possam ir a Castro Verde ver julgo ser deveras interessante. Caso não possam veja pela Internet em http://spacebits.eu/live

AKG K 912, a minha apreciação da coisa

Já andava recentemente a “mirar” uns phones wireless. Sempre gostei de ouvir música, mas sinto que desde a adolescência perdi o meu espaço próprio para a coisa.

Como gosto de ouvir música ao meu gosto, e no meu volume (que nem é necessáriamente muito alto) e de forma a conjugar tudo para não incomodar ninguém pensei nisto.

Ora as soluções para ouvir música era simples: PC, ou Telemóvel ou ainda um iPod que ali anda perdido. Dado que nenhuma destas me conseguiu cativar ao longo dos tempos tenho duas explicações para tal: ou não são suficientemente boas… ou não têm qualidade suficiente.

Adiante… a solução passou por arranjar uns phones. Já tinha uns para o pc, daqueles com mic para meter na cabeça e ficar a parecer que estou num callcenter (sendo que geralmente os phones do callcenter da Plantronics têm mais qualidade que este Hama), mas últimamente pôr isto a dar som sem sair som pelas colunas do monitor têm sido uma dor de cabeça, os do ipod não dão grandes graves… e graves graves só no home cinema, mas para incomodar a casa e vizinhos não definitivamente.

Assim decidi-me por estes:

A ideia original era ter adquirido uns Sony MDR-RF800RK (modelo já descontinuado) contudo… a análise da qualidade e imagem conta imenso, e por mais uns eurozitos vale mais fazer uma boa compra do que tomar uma má decisão. Os Sony não tinham também uma base para pousar o headset, e para carregar tinha-se que se enfiar a fichinha semelhante ao telemóvel no buraquito. Ora estes são muito mais práticos. Mas fica a imagem para quem eventualmente possa achar interessante.

A quantidade de plástico branco e rotatividades deu-me a sensação de serem um pouco “toy” like.

Assim lá veio o AKG até cá casa. Estes dois produtos estão na faixa dos 50-60 €, o Sony poderia ser adquirido por 49.99€ no Jumbo, enquanto na FNAC custava penso que 58…€. Já o AKG tinha um custo de 59.90 € na FNAC, muito mais barato que os Philips ou Sennheiser.

Dado serem produtos entry level não convêm criar grandes expectativas em termos de pureza de som, especialmente por serem wireless a funcionar em UHF, sujeitos por isso a várias interferências.

Conseguem contudo ser bastante interessantes, e estive a ouvir Deolinda, Debussy e Pink Floyd com uma grande qualidade.

Take games, movies and music to the next level of realism with the unrestrained freedom of UHF technology.

The new K 912 headphones immerse you in great AKG sound, the choice of audio professionals for more than 60 years. And they extend your entertainment horizons in any direction – even through walls and ceilings – with a PLL-synthesized tuner and automatic frequency control for optimal reception under any operating conditions.

The K912s. All of the sound, none of the limitations.

O zumbido de fundo quando a base não emite é nulo, e quando há alguma coisa ligada na base ouve-se um ligeiro “bzzz”….

Óbviamente que isto tudo carece ainda de ajustes, dado que ouvi o som ligando isto ao LCD da Samsung, e também que por sua vez está ligado por HDMI ao meu Asus O!Play.

Não esquecer e na minha modesta opinião que se trata de um equipamento activo, com electrónica associada dado que tÊm de ser assegurado o transporte e descodificação do som via RF, o que pode introduzir barulhos parasitas e degradação do sinal.

Recarregável e com uma duração anunciada de até 16 horas, com docking e bem concebido… agradável sem dúvida.

Não é nenhum Sennheiser, dado que o preço nem perto está deles, mas segundo me indicaram na FNAC é bastante superior ao da Sony, segundo as palavras do colaborador. Tentei ao máximo encontrar umas reviews do equipamento mas…. poucas ou nenhumas. Uma coisa que reparei é que a faixa de frequências reproduzidas ia dos 18Hz to 20kHz, enquanto o Sony dos 20HZ aos 20KHZ (informação que estava apenas dentro da caixa no manual!).

A distãncia anunciada é de 50 a 100m, sendo que fui com sucesso da sala á minha varanda ouvindo claro algumas interferências por vezes, tendo perdido o som no extremo da varanda, portanto uns 30m com muitas paredes pelo meio diria.

Uma coisa que me chamou a atenção foi ter lido a experiência da AKG (desconhecida para mim até ao momento) e ser do grupo da Harman International nem mais nem menos o das marcas Harman Kardon e JBL.

E pronto tudo isto para dizer que o produto é bom na minha apreciação, excelente em termos de rebustez e agradável á vista. O facto de ter uma docking é muito “nice to have” e as combinações de cores são bastante agradáveis.  Convêm apenas clarificar que isto são phone de consumo doméstico… para ligar á TV, pc, leitor de MP3 etc… e não dispositivos de Hi-Fi para audiófilos, mais uma vez claro na minha modesta opinião.

Para quem estiver interessado deixo as especificações: AKG K 912 Full Specs

Team Foundation Server 2010 & Novos Conceitos

Tenho andado a explorar o Team Foundation Server, que é algo diferente do antigo Sourcesafe da Microsoft.

Além de mais evoluída esta ferramenta introduz (quer dizer… já não é nova, a novidade é mesmo entre o SourceSafe e o TFS…) alguns conceitos novos, e formas de funcionamento diferentes (muito).

Completo este pequeno artigo, com algumas imagens minhas e eventualmente alguns comentários também, e textos da WikiPedia. Não pretendo aprofundar muito, dado que defendo que a aprendizagem deve partir de cada um…. mas aborda-se aqui os conceitos que julgo importantes, e marcos da diferença entre os dois sistemas.

Team Foundation Server (commonly abbreviated to TFS)

is a Microsoft product offering source control, data collection, reporting, and project tracking, and is intended for collaborative software development projects. It is available either as stand-alone software, or as the server side back end platform for Visual Studio Team System (VSTS).

Team Foundation Server works in a three-tier architecture: the client tier, the application tier and the data tier. The client tier is used for creating and managing projects and accessing the items that are stored and managed for a project. TFS does not include any user interface for this tier, rather it exposes web services which client applications can use to integrate TFS functionality with themselves. These web services are used by applications like Visual Studio Team System to use TFS as data storage back end or dedicated TFS management applications like the included Team Foundation Client. The web services are in theapplication layer. The application layer also includes a web portal and a document repository facilitated by Windows SharePoint Services. The web portal, called the Team Project Portal, acts as the central point of communication for projects managed by TFS. The document repository is used for both project items and the revisions tracked, as well as for aggregated data and generated reports. The data layer, essentially an SQL Server 2005 Standard Edition installation, provides the persistent data storage services for the document repository. The data tier and application tier can exist on different physical or virtual servers as well, provided they are running Windows Server 2003 or better. The data tier is not exposed to the client tier, only the application tier is.

Podemos desde já através da suite VS contemplar bastantes diferenças nos produtos. Dado que a suite 2010 é visualmente bastante diferente da 2008 poderá ocasionar uma agradável lufada de ar fresco á vista…. ou simplesmente dar a ideia de uma cara lavada no Visual Studio. Não obstante tal, o que se quer aqui analizar é mesmo a integração com o Team Foundation Server.

Além do interface do Visual Studio, existe um frontendweb onde se podem fazer ainda várias operações… ora ao que li, pode ser integrado com SharePoint e Sql Server. Na minha versão foi instalado no modo básico, ligado a um Sql Express. Não deixam de ser no entanto interessantes as possibilidades.

Explorando um pouco o interface no Visual Studio,  especialmente para quem apenas está habituado ao Check Out & Check In  verificam-se a existÊncia de novos conceitos. Vamos então ver um pouco deles com a ajuda da nossa bela Wikipedia.

Source control e o mecanismo de repositório de informação.

Team Foundation Server provides a source control repository, called Team Foundation Version Control (TFVC). Unlike Microsoft’s previous source control offering, Visual SourceSafe (VSS), which relied on a file-based storage mechanism, Team Foundation source control stores all code, as well as a record of all changes and current check-outs in a SQL Server database.

Shelving / Unshelving

It supports features such as multiple simultaneous check-outs, conflict resolution, shelving and unshelving (shelving is a way to save a set of pending changes without committing them to source control, while still making them available to other users), branching and merging, and the ability to set security levels on any level of a source tree, alongside the most visible features of document versioning, locking, rollback, and atomic commits. The source control mechanism integrates with Team System’s work items as well; when a check-in (termed “changeset”) occurs, a developer can choose to have his code associated with one or more specific work items, to indicate that the check-in works towards solving specific issues. TFS administrators can enforce check-in policies that require Code Analysis requirements to have passed, as well as to enforce the association of check-ins with work items, or update the state of associated work items (like flagging a bug as “fixed” when checking in code that has the bug fixed). Individual versions of files can be assigned labels, and all files with the same label forms a release group. Unlike VSS, TFS source control repository does not support linking to an item from multiple places in the source folder structure, nor does it allow an item to be “pinned” (allow different references to the same file from different directories to point to different versions in a way that cannot be further edited).

Branching & Merging

TFVC supports branching at entire source code level as well as individual files and directory levels, with each branch being maintained individually. Multiple branches can be merged together, with the built in conflict resolution algorithm merging the changes between two branches of the same file where it can automatically reconcile the differences or flagging them for manual inspection if it cannot. Merge can be performed at “changeset” level as well, instead of the branch level. A successful merge is automatically checked out in the source control repository.

TFVC is not limited to source code only, but using the Windows SharePoint Services infrastructure it is built on, it provides a version-controlled library for other documents in the project as well, including project plans, requirements and feature analysis documents among others. All documents in the source controlled repository can be linked with any work item, and access to them can be controlled by defining access policies.

Outros links interessantes:

Team Foundation Server Concepts on MSDN

Team Foundation Server 2010 Key Concepts

Understanding the Check-out and Check-in Concepts in Source Control Systems

My Oracle 10G XE is on port 8080. Can I change the port?

If you have port conflict and you want to change Oracle 10G XE’s HTTP port (default is 8080) you can change it.

This is what you do in the Windows XP machine.

Make sure OracleServiceXE and OracleXETNSListener have started in the Control Panel.

From Start | Run open a command window.
Assuming your environmental variables are set correctly start with the following: (Reds are what you type-in and blues are what the computer writes to screen)

C:\>sqlplus /nolog

SQL*Plus: Release 10.2.0.1.0 – Production on Tue Aug 26 10:40:44 2008

Copyright (c) 1982, 2005, Oracle. All rights reserved.

SQL> connect
Enter user-name: system
Enter password:
Connected.
SQL> Exec DBMS_XDB.SETHTTPPORT(8087); [Assuming you want to have HTTP going to this port]

PL/SQL procedure successfully completed.

SQL>quit
Disconnected from Oracle Database 10g Express Edition Release 10.2.0.1.0 – Production

In Hodentekhelp