Security & more security

Duas coisas que reparei ontem curiosas, e para vermos para onde as coisas evoluem em termos de segurança, e se por um lado coisas insuspeitas podem ter verdadeiras “bombas” lá dentro, outras continuam a ser o alvo favorito dos hackers.

– DDOS num software de Dowload management, o Orbit: Se tudo aquilo que acreditamos ser seguro e insuspeito de repente o pode deixar de ser, que dizer mais?

Uma noticia chocante que conta a história de um programa muito popular que aparentemente é usado para fazer DDoS em larga escala – o Orbit Downloader by Innoshock – noticia aqui

– Java e os ataques: what else is new?

Quem têm Java 6 ainda, é fortemente aconselhado a mudar para um Java recentente – 7!

Mais umas vulnerabilidades descobertas, e por isso é melhor fazerem o upgrade. O Java geralmente é daquelas coisas que os utilizadores quando verificam o popup dos updates no Windows desligam por ser irritante todas as vezes que ligam o pc verem aquilo. Mas talvez seja aquilo que salva uns milhares.

Nem vou falar de quem têm Java inferior a isso… porque, pronto, it was not supposed to be that way.

Moto-Férias: Estrada Fora II F125cc – Dia 5, Avis > Casa, o fim

E como tudo o que é bom chega ao fim, o mesmo aconteceu à nossa viagem.

Após cinco dias, seis se contarmos com dia 0, estava a acabar. Após a visita à Fundação abreu Callado, o grupo devido ás suas diferentes localizações partiu-se em dois: os que iam para Norte – Coimbra/Porto/Ovar/Leiria/Marinha e os que vinham para Lisboa.

Confesso que como me tinha demorado um pouco mais na Fundação a comprar os queijinhos quando cheguei ao ponto de encontro já se estava a ultimar a partida.

Após as despedidas finais lá fomos nós, de volta ao caminho.

Com a mota agora carregada com sacos de campismo, tendas e restante material voltei a sentir a dificuldade que tinha sentido no dia 0, devido à posição de condução, especialmente numa curva mais fechada. Retificada a posição de condução lá vamos nós!

Acabámos por parar em Mora para comer qualquer coisa, e em linha com o habitual, desta vez comemos uma sandocha num restaurante. A pergunta se queriamos uma bifana especial, que era uma bifana em pão alentejano foi a escolha consensual do grupo, e revelou ser uma boa aposta!

Fica a recomendação: Restaurante o Caçador em Mora, de Helder Ganhão.

A bifana era enorme, e deliciosa. Antes disso tinha vindo uma canjinha de galinha com uma coca cola, e a sopa apesar do calor soube maravilhosamente bem.

O resto do caminho correu sem percalços de maior. Parámos numa Cepsa para abastecer (a minha já estava a entrar na reserva, e marcava 1000Km de viagem), e outros camaradas fizeram o mesmo. Água fresca era o que se queria e lá veio mais uma garrafa.

Voltámos a parar numa Repsol algures a meio do caminho para a CBR atestar, dado que o Paulo estava com medo de ficar sem gasolina, e após alguma conversa voltámos á estrada.

O caminho percorreu-se bem, excepto uma estupidez qualquer de um idiota com um atrelado na ponte de Vila Franca, que segundo o Carlos poderia ter levado a bater nos elementos traseiros do grupo. Mas felizmente nada aconteceu.

Chegados a Lisboa parámos na Repsol da 2ª Circular para tirar algumas coisas da carrinha do Carlos, e passámos em Sete Rios para deixar a Sara que ia de Expresso para Leiria. Após isto, uma rápida despedida de todos e cada um lá foi á sua vida e para sua casa, cansados, mas muito satisfeitos.

Após as 18h começaram-se a trocar mensagens, que se ia chegando, e o último a chegar foi mesmo o camarada tony da Maia que acabou por chegar bem.

Em jeito de balanço a experiência foi fantástica: em primeiro lugar, o teste de resistência que me propus fazer foi alcançado, quer por mim, quer pela CBF. 1100 KM foram muitos kms!

Depois, a experiência foi fantástica: conhecemos muito e vimos muito pelo país, sendo que cada vez mais penso que a melhor forma de viajar para conhecer um país e terras é mesmo de moto – sentir e ver, cheirar, nada que se consiga fazer tão bem de carro.

O grupo ajudou imenso, e o espirito de união e ajuda cativou-me. Andar de mota e divertir-nos era e foi um bom plano!

Pelo meio só fico com pena de não podermos por vezes tirar algumas fotos nalguns locais, mas o calendário apertado não permitia tal, reconheço, e de pronto ter chegado ao fim.

Cometi alguns erros estratégicos, que imagino que devido á minha falta de experiência nestas coisas:

– Falta de protetor solar

– Falta de um creme Nivea

– Não levar uma Gilette para fazer a barba – férias não podem significar o desleixo de barba a que cheguei.

– Não levar óleo logo de inicio na viagem, salvaguardado assim qualquer questão.

– Não ter planeado melhor o primeiro pequeno almoço, e não ter levado logo no inicio da viagem alguns mantimentos básicos.

– Campismo significa levar papel higiénico para os WC…. algo que desconhecia, e aprendi e corrigi logo no primeiro parque.

Não obstante os erros, também aprendi que não preciso de comer tanto como comia, dado que com duas sandes ao almoço ficava satisfeito! Quanto ao resto só espero poder repetir em breve. Foram de facto umas férias diferentes e fantásticas.

Obrigado pelo companheirismo e experiência que me proporcionaram malta! 

Moto-Férias: Estrada Fora II F125cc – Dia 5, Avis – Visita Fundação Abreu Callado

Instalada em Benavila, freguesia do concelho de Avis, a Fundação Abreu Callado está instalada num edifício senhorial de característica traça rústica alentejana e que ostenta na chaminé maior a data de 1758.

No âmbito dos contactos realizados pela organização foi-nos concedida a visita á fundação, sendo em especial interessante o extenso “arquivo” do seu museu um facto digno de registo e menção, dada a preservação dos objetos utilizados no passado um fator muito curioso sob o meu ponto de vista.

Francisco Abreu Callado, nascido em 1834, foi o patriarca fundador da «casa de lavoura» que herdou o seu nome e que, no último quartel do século XIX, era uma das mais abastadas do Alentejo. Seu filho, Cosme de Campos Callado, único herdeiro por morte dos pais e irmãos (e com estes tendo fundado em 1942 um “asilo” para apoiar os idosos e reformados da casa agrícola e da freguesia de Benavila), criou depois em 1948, por testamento público, uma das mais prestigiadas instituições de apoio social, não só do concelho de Avis, mas de todo o distrito de Portalegre: a Fundação Abreu Callado.

A Fundação nasceu assim com objectivos socio-educativos visando: por um lado, os seus trabalhadores e reformados, o ensino na Escola Profissional Abreu Callado.

Os vinhos e a exploração pecuária são mais dois pilares, que além da componente social e ensino constituem as linhas de atuação da fundação.

A casa de Lavoura encontra-se dignamente preservada, servindo de museu.

Facto curioso, contado pela nossa Guia, relativamente à casa, o da escada ter sido mudada ao longo dos tempos, porque se agora se encontram na direita da casa, estava nos primórdios no lado esquerdo da casa. O facto de estarem no lado esquerdo, e isso permitir que os trabalhadores pudessem ver as pernas das filhas dos senhores, levou a que as escadas fosse mudadas para um sitio mais escondido impedindo assim os olhares.

Uma pequena amostra dos vinhos produzidos na Fundação, junto a imensos potes e talhas.

O pormenor na parede dos objetos usados para fazer os chouriços e tratamento de outras carnes.

Abaixo as salgadeiras.

Uma típica chaminé

Os pesos e as várias medidas. Confesso que já via uma balança destas há muitos anos.

Pormenores do quarto do caseiro, que tinha uma ligação direta para o barracão onde os utensílios eram guardados.

Para todos aqueles curiosos com os objectos antigos, só esta parte da casa merece a vossa visita. A quantidade de objectos de vários tamanhos e utilizações aqui em exposição é tão variada que uma descrição exaustiva de todos seria quase impossível:

Uma charrete em que predominava a cor azul.

Pipas e mais pipas

Uma debulhadora de cereais. Consoante o tamanho os mesmos iam sendo retidos no mecanismo sendo as cascas e impurezas filtrados.


Várias foices e forquilhas em exposição

Um curioso utensílio chamado corta pastos, sem ter eu ideia de como ele funcionava note-se

O tractor apesar de talvez ser o objeto mais moderno em exposição é bastante antigo.

A charrete de passeio.

Passámos de seguida a uma visita ao lagar. O lagar encontra-se desativo, dado que as últimas alterações na legislação obrigaram a obras significativas nos lagares para se manterem em funcionamento. Neste caso seria necessária a construção de uma ETAR segundo nos foi explicado, e tal como por todo o país, muitos fecharam, não sendo este uma excepção.

As prensas para espremer as ceiras onde saía o azeite.

A componente dos Vinhos parece não ser uma área muito importante da Fundação, não deixando de ser obstante um dos seus pilares, e dos seus vinhos serem bastante premiados.


Tivémos oportunidade de fazer a prova de um vinho licoroso, bastante agradável.

Em termos de vinhos ainda estive a espreitar a oferta da fundação, e ainda estive a perguntar alguns conselhos à nossa guia Sara, que me aconselhou inicialmente um Dom Cosme Reserva, o top da fundação, com um custo sensivelmente de 15€.

Optei por trazer o seu “AC Reserva” Tinto de 2009, que ainda não tive oportunidade de degustar, mas que era o produto recomendado na linha do Dom Cosme.

De igual forma adquiri ainda um licoroso que tinha provado, e uns queijinhos que vieram até Almada. Os queijos eram de facto deliciosos!!!

Houve ainda para uma troca de palavras e ideias com a responsável que nos tinha guiado, em conjunto com uma outra colega que também adquiriu alguns produtos.

Aparentemente a fundação promove as provas de vinho, e que por alguns euritos, em conjunto com um bom chouriço assado teriam sido um excelente programa. Fica para uma próxima vez!

E após isto, quase a terminar foi altura de regressar, a que terá direito a um post próprio aqui no blog.

 

Moto-Férias: Estrada Fora II F125cc – Dia 5, Avis

O dia começou cedo (como habitual) na albufeira da barragem do Maranhão. Uma espécie de neblina caída formada pela barragem dava um tom nostálgico ao nosso último dia.

Tudo estava preparado para começarmos o último dia. Seria certamente longo, e triste, por sentirmos que estávamos a deixar a nossa “família” daqueles dias. Após arrumar as tendas, viria o pequeno almoço, rumar á saída, pagar a estadia, e tínhamos encontro marcado em Avis ás 10 para a visita guiada ao centro histórico.

O valor do parque cifrou-se em 7,xx€, dentro da média. Como em muitos sítios, o café estava fechado, pelo que acabámos por partir, e procurar um café em Avis.

Pelas 10 já estávamos na zona acordada, e ainda conseguimos tirar algumas fotos. As barras amarelas e azuis nas casas fazem parte do cenário alentejano.

Uns nada históricos repuxos, mas bastante agradáveis, lado á Câmara Municipal dão alguma alegria e movimento ao cenário histórico.


As casas construídas junto á muralha variam em tamanho, entre as pequenas e humildes, e as bem tratadas, mal cuidadas, e gigantescas. Tal como num passado remoto, as moradias senhoriais, grandes e bem cuidadas ainda hoje as mais bem cuidadas. A Câmara aparenta estar a tentar fazer um excelente trabalho, de conservação, levantamento e documentação da história de Avis.

Infelizmente o dinheiro não dá para tudo, e como tudo no nosso património que não é mantido, na igreja e noutros espaços é visível a degradação conforme nos indica a nossa guia.

A igreja apesar de bem cuidada na sua generalidade e com muitos elementos bem recuperados, mostra sinais de degradação devido ao abandono que foi sujeita. As infiltrações de humidade nalgumas paredes laterais danifica em parte este património, para o qual se tenta agora preservar ao máximo.

Pormenor da chave.

A visita incluiu ainda uma deslocação a uma cisterna subterrânea onde se extraia a água que a população utilizava em tempos passados.

Muitas curiosidades acerca desta cidade nos foram dadas a conhecer, pelo que a interessados, sugiro uma visita. Podem também conhecer um pouco mais da história de Avis pela Internet, como no site da Câmara.

O nosso grupo gostou da visita guiada,e estaria ainda para ocorrer a segunda parte da visita á Fundação Abreu Callado.

Dado a quantidade de material fotográfico, vou separar as histórias em duas, contendo a segunda o material da Fundacação e o registo do nosso regresso a casa.

Moto-Férias: Estrada Fora II F125cc – Dia 4, Beja > Avis

O dia começava cedo. O habitual despertar era induzido por alguns elementos mais madrugadores. A recepção do parque abria ás 8, pelo que apenas a essa hora poderíamos pagar a estadia. Contas feitas, a estadia ficou por 5,3€, o preço mais baixo da viagem. E lá fomos nós á aventura: primeiro um café para a viagem longa, e tudo fechado a essa hora, veio a primeira paragem.

Logo á saída de Beja a mota da Sara, uma Kinroad, deixou de andar. Ela bem acelerava, mas aquilo não andava. Provavelmente deve-se ter partido a correia, ou saltou, ou algo com a embraiagem. Após o stress inicial do tema, ainda tirámos uma fotozita ao grupo quando tudo já estava encaminhado.

A espera ainda se viria a revelar longa, pelo que tivémos oportunidade de tirar umas fotos e descobrir estes simpáticos que estavam muito perto de nós nos campos alentejanos.

Ao fim de cerca de uma hora lá se resolveu tudo com a mota da Sara, ia de reboque para Leiria, e a Sara continuou conosco, passando a ser a pendura do Balasteiro. A titulo de nota, sendo que graças a deus a minha experiência com reboques não é muita, parece que contráriamente ao passado, os veículos são agora armazenados em depósitos locais, e são recolhidos posteriormente por camiões que circulam pelo país para fazer estes transportes.

Mas voltanto á viagem, tudo resolvido lá voltámos nós á estrada. O dia ia ser quente, já o sabíamos, e a paragem para almoço não estava definida.

Em passagem rápida por Évora, a qual tive alguma pena de não ter visitado algumas coisas, consegui finalmente encontrar uma BP: três dias após o conselho da Honda para comprar um óleo da Castrol para completar o nível numa BP, finalmente encontrei uma. Percebi que efetivamente BP é coisa que não há no Alentejo quase. Galp, Repsol, Cepsa e outras marcas derivadas da Galp. Óleo 10W40 comprado para descargo de consciência, e caso o nível baixasse abaixo do minimo poder efetivamente fazer algo.

Passámos por Arraiolos, onde um pouco mais á frente páramos num simpático café. O ânimo do dono em conversa não era o melhor quando lhe perguntámos por um supermercado para comprarmos o almoço: “o Alentejo está todo a fechar” dizia.

Como curiosidade, gostei do horário deste café 🙂

Aproveitámos assim para a conselho deste proprietário, ir a uma loja na terra. Provavelmente não apanharíamos nada aberto ali perto, e em Avis também não havia garantia de ao Domingo o supermercado estar aberto.

O mini mercado serviu perfeitamente. Uma sandocha, e com água e uma lata de atum e bata frita estava o almoço tratado. Água sim, porque isso era o que se queria.

Curiosidade de tal como nas pequenas aldeias, e quem é de lá sabe o que falo, ao Domingo a padaria estava já fechada. A Sra. da loja foi bater á porta da Sra. da padaria, ela abriu e fomos lá comprar um pão para as sandes!

Escritos interessantes nas paredes de um café ali ao lado.


E lá fomos nós á nossa vida, ao caminho para irmos comer qualquer coisa. Estávamos a 20Km de Avis e a coisa seria rápida. Pelo caminho entrou-me um bicho para o capacete que ia aberto: paragem de emergência, remover o bicho, e pronto… siga. Não foi nenhuma abelha como aconteceu ao Balasteiro, que ganhou um belo inchaço, mas o medo de ser uma abelha é sempre o pior que nos pode acontecer.

Chegados ao parque de campismo da Albufeira do Maranhão em Avis, escolhido o sitio, uns decidiram montar a tenda, outros decidiram comer. Eu fui um dos que decidiram comer, e a sandocha daria a energia e vontade para a seguir montar a tenda.

Face a um cenário tão idílico proporcionado pela paisagem, decidi montar a tenda com a porta para a barragem. A vista era simplesmente fantástica:

Após tudo despachado decidimos ir visitar o café do parque, dado que alguns seres, como eu, adoram café. O calor convidava, e ainda estivémos um pouco dentro do café no fresco antes de pensarmos no próximo passo para a tarde. Após conversa com o proprietário, fiquei a saber de uma praia fluvial junto ás piscinas, pelo que contrariamente, ao outro dia, desta vez iriamos até á praia.

De praia não tinha muito, dado não ser própriamente um sitio com muita areia, e a cor verde da água confesso que ainda me fez pensar duas vezes antes de lá entrar.

Mas o calor convidava, lá arranjei um sitio numa lateral para colocar a toalha sobre a relva e fui á agua.

As motas de água faziam barulho, e deitavam um fumo que me deixou a pensar na sua legalidade. Mas adiante, o que menos queria nestas férias era ter que me chatear com este tipo de coisas.

Ficámos no espaço até por volta das 19, sendo que como tinhamos acordado que iriamos jantar no Café Restaurante do parque, que tinha uns simpáticos menus de 6€, e por não ter multibanco me obrigaram a uma visita a Avis para procurar uma caixa MB.

E após um banho de água doce lá fui a Avis. Fiquei com a ideia de ser uma terra pequena, o que viria a confirmar no dia seguinte. Tudo muito calmo, e lá encontrei um multibanco. Dinheiro levantado, voltei ao parque para irmos jantar.

Os menus no restaurante não eram nada de transcendente, e sinceramente pelo preço, confesso que não esperava muito mais. Escolhi um com dois hamburgers, e com direito a uma sopa, bebida e café. Antes do jantar, eu, o Alex, o Paulo e o Edgar tínhamos mandado vir uma cerveja, e decidimos pagar essa á parte, não invalidando assim a bebida do menu que tardava a chegar.

Para o jantar decidimos acompanhar as meninas, e mandámos vir um jarro de branco, que fresquinho estava uma delicia.


Como habitual nestas coisas, o convívio á mesa faz parte do menu, e até dá direito a foto com a moça do café que nos serviu tão simpáticamente.

E pronto as fotos da praxe típicas nestas ocasiões.

Por muito que se descreva a coisa só quem lá estava sabe como foi, e foi mesmo fantástico.



A boa disposição reinava, e este seria de facto o último dia. Amanhã seria de regresso e estava o passeio terminado.


Após o regresso ás tendas, ainda tivémos tempo para uma cartada final. Enquanto uns passeavam e andaram a experimentar redes e quedas (parece que há fotos destas peripécias) outros ficaram a jogar ás cartas. Houve ainda uma alma corajosa que decidiu fazer café, e outra que foi ao café comprar uma garrafa de água!

E a noite estava feita. A promessa de uma chuva de estrelas visível pelas 4 da manhã, não suficiente para manter ninguém acordado.

Para o dia seguinte estava prometido uma visita ao centro histórico de Aviz, oferta da Câmara Municipal, e uma visita a uma fundação local, após o que se pensaria em regressar.

E com isto presente, todos dormiram, sob as estrelas, o calor, e a vista da albufeira.