Recordar é viver: Gildot

Não me vou alongar muito acerca do Gildot ou o que era, mas hoje enquanto pesquisava algo sobre o Windows 2016 encontrei uma thread perdida do Gildot em que alguém (o Humpback salvo erro) indicava que ainda estava à espera do Windows Server 2040. Treze anos depois já não falta assim tanto, falava-se de Windows 2003 na altura.

Mas o saudosismo levou-me a encontrar esta pérola relativamente a compras no estrangeiro. Nunca pensei estar tão enganado, e aparentemente não fui o único a ter uma opinião muito diferente na altura.

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Como o tempo passa, e pelo Gildot passou, e nós passámos. Saudades de tempos que não voltarão, e não passam hoje de marcas em nós e na história.

 

O Online e os comentários

Hoje vinha na edição impressa do Destak no artigo de opinião de Luisa Castel-Branco um interessantíssimo texto sobre os comentários anónimos que populam os sites, blogs, e especialmente os jornais pela Internet fora.

Apesar de concordar no global com a escritora, encaro no entanto muitas vezes estes espaços com algum sentimento lúdico, e onde se podem dar umas boas gargalhadas com a estupidez dos outros, dadas as pérolas que se aprazem a escrever.

Fruto disso, veja-se o exemplo do artigo das horas extraordinárias nas Empresas que saiu hoje no Negócios. Ao se ler o artigo, e se passar para a caixa de comentários, vemos que não é possível na grande generalidade aos intervenientes ter uma discussão saudável, ou pelo menos educada.

A força do anonimato, ou salvaguardados por um pseudónimo indecifrável, ou mesmo até com o seu nome, dá força a esta gente para se prestar a comentários inteligentes, dissertações filosóficas, “eu é que sei tudo vocês não sabem nada”, “o meu é maior que o teu”, diarreias mentais ou simplesmente enxovalhar tudo e todos.

Basta escolher o site, e categoria de artigos. Temos pérolas deprimentes como conta a escritora, ou noutros como ainda considero, fonte de gargalhada para uns tempos.

No país dos 3F’s, quando um dia os nossos governantes descobrirem o sentido lúdico destes tesourinhos deprimentes vamos ter um país de contentes e felizes.

 

Mais um…

A escrita por aqui anda curta, mas passo para picar o ponto, e deixar mais um marco.

Está a decorrer mais um aniversário… agora o 34º. Parece que foi ontem que fiz os 33.

A todos os que pessoalmente se lembraram, que ligaram, deixaram pelo Facebook, por SMS, por email, o meu muito obrigado!

Aos que não se lembraram, bem, têm até à meia noite, e caso percam essa excelente oportunidade, certamente a vossa vida não será igual, mas não levo a mal. A multa seguirá por correio posteriormente.

Até o Google se lembrou de mim hoje 😉

Receitas: Substituir lâmpadas quadrante Honda CBF125

Nada de completamente original, dado que o jjmaia em tempos já documentou como fazer isto, e fez um instructable, mas cá fica o meu tutorial.

As lâmpadas são do tipo W5W ou T10 com a potência de 1.7W cada.

As lâmpadas do quadrante da CBF125 aparentam fundir-se com alguma facilidade. Primeiro imagino que devido á vibração inerentes a um veículo desta natureza, e depois devido ao seu sistema eléctrico, que para além do controle de custos, não imagino porque faça uma retificação de meia onda e use essa energia para alimentar as lâmpadas da iluminação da mota.

Uma das muitas sugestões pela net fora é precisamente alimentar as lâmpadas com DC, modificando o sistema eléctrica da mota. E foi isso que também fiz, e por isso decidi mudar as lâmpadas para leds, o que se torna agora possível. Não obstante tal, quer seja para colocar lâmpadas ou leds o método é o mesmo, sendo que para leds requer que a energia seja DC, e não a original da mota.

Primeiro tirar os plásticos laterais da mota, e no meu caso tirei também o pára brisas. Assim fica-se com mais espaço para trabalhar:

 

Depois basta retirar as porcas que seguram o quadrante ao “chassis” onde ele está suportado. Existem quatro parafusos, dois de cada lado. Uma chave 10 serve perfeitamente. Cuidado para não perderem as anilhas.

Depois basta desencaixar os suportes de borracha, se necessário puxar pelo fio com algum cuidado e trocar as lâmpadas assinaladas abaixo, que são as que iluminam o quadrante. Não senti necessidade de tirar a bicha do conta quilómetros para realizar esta operação.

As restantes no centro são do ponto-morto, máximos, piscas. A outra mais abaixo é a lâmpada do teste eletrónico.

E pronto… substituir e voltar a montar.

No meu caso, como tenho estas lâmpadas alimentadas com DC, decidi colocar leds, especialmente porque até foi mais fácil comprar os leds no ebay do que encontrar destas lâmpadas á venda nas superficies comerciais – hipers, norautos não encontrei. Inicialmente tinha pedido para me as trocarem na Honda, mas não tinham quando fiz a revisão.

Se forem colocar leds, tenham atenção á polaridade. O led é um elemento polarizado, e o seu ânodo liga-se ao pólo positivo e o cátodo ao negativo. Convêm experimentarem se funciona antes de fechar tudo 🙂

Outra coisa importante nos leds é serem para uma tensão de 12V. Geralmente se são neste formato devem-no ser, mas confirmem. Se fossemleds normais teriam que ser alimentados por uma tensão de aprox. 3V, o que implicaria usar uma resistência para os ligar na mota. Estes são de ligação direta!

Assim escolhi uns leds brancos do ebay, com muita luz para tal, com este casquilho, que por 1.17 libras pareciam simpáticos.

Como tudo na vida, quando a esmola é muita o cego desconfia, e de branco não são muito,  e não muita luz. Mas pelos menos por agora servem para conseguir ver a velocidade a que vou, especialmente útil num certo túnel com radares em que a luz é muito pouca.

O efeito disto é azulado, um pouco xuning, e serão trocados assim que encontre umas lâmpadas/leds melhores. Azul…. só queria mesmo a luz de xénon, e dado que não é permitida, tuning no velocímetro não obrigado!

Receitas: Afinação da bóia de um sistema Geberit encastrável

Porque nunca se sabe se alguém precisa, aqui fica uma imagem do esquema de afinação da bóia de um autoclismo da Geberit encastrável, e manual de instalação que após alguma procura lá encontrei.

No fundo até nem é dificil…. mas como está dentro da parede causa sempre aquele impacto de termos de mexer. Desmanchar todo o acesso ao mesmo, de forma a se conseguir aceder ao mecanismo.

Manual de instalação: http://cloud.durao.net/downloads/GeberitTesseraInstructions.pdf

Um dos resultados de uma má afinação da bóia é o constante/ocasional correr de água e quando atingido o limite de segurança do tanque, é efetuada a sua descarga na sanita.

Se a água estiver sempre a correr na sanita, será provávelmente a borracha que estanca a descarga com bolhas ou ressequida. Mas essa será certamente mais difícil de mudar, mas nada que não se faça.