Ideas for hacking a IKEA Dioder

Today in a visit to our IKEA local store I’ve found this. As a geek I’m quite impressed with it and it’s price.
After some ideas discussion my wife have bought it to me 🙂

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Of course main idea is to do something like this:

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Meanwhile in my geek mind some ideas are boiling 😉
http://www.ikeahackers.net/2014/08/wi-fi-dioder-light-controls-on-your-smartphone.html

https://www.npmjs.com/package/dioder

As setup I will go with the default, but the wifi idea is a treasure. Let’s see if I have some time to hack it, because time with a baby now is some quite a challenge 🙂

VirtualBox to Hyper-V

This is like more a cookbook which was searched because of a need: after some trouble with hardwares, the old Windows Server virtualized in Virtualbox box didn’t run – and for that reason was documented here to use in the future.

Since most of my things are now beeing virtualized, and in my day Job i already use Hyper-V to use my virtual os’es didn’t find a reason to do this in other pcs.

So it’s pretty easy to convert the image. Just open the Virtualbox folder, open a command prompt there and throw some commands like this:

vboxmanager.exe internalcommands converthd -srcfromat vdi “C:\original\old.vdi” -dstformat vhd “C:\newVHD\new.VHD”

It will take some time, but after that you just have to create a new Virtual Machine in Hyper-V, configure it, and boot it up.

Works like a charm.

Codebits 2014

Tal como prometido na última edição o Codebits voltou, não em Novembro, mas agora em Abril. E assim foi: 10,11 e 12 de Abril foram os dias em que na Sala Tejo do Meo Arena se realizou o maior evento do género em Portugal. Três dias de geeks, coders, talks super interessantes, coders a correr contra o tempo, fun & diversão.

Este ano, dado ser Abril, tivémos uma novidade: uma esplanada. No primeiro dia, e por ausência de mesas, ainda a experimentei de tarde, e que bem que se lá estava com o sol.

A abertura esteve a cargo de Abílio Martins da PT, que anunciou diversas novidades, entre as quais a criação de um lab de investigação numa parceria com uma universidade do Rio de Janeiro, e ainda um direto ao U-Codebits a decorrer no Data Center da Covilhã.

Depois foi a vez de subir ao palco Celso Martinho que fez uma retrospectiva pelo ano bastante curiosa. Subiu ainda ao palco José Castro para falar de regras, algo sempre útil, dado que este ano reparei que havia muita gente nova mesmo. Novos em presença, e em idade – é o que dá um gajo estar a envelhecer 🙂

Diria que o grande ponto do Codebits é o concurso de programação em 48h, nas quais se formam equipas, desenvolvem-se projetos, e se apresentam, terminando com um vencedor. Este ano, ainda não foi o ano que voltei aos projetos, mas encantei-me com as talks e outras atividades por lá.

Uma das grandes novidades foram as RiftCycles, um projeto do ArcadeMen que esteve em grande destaque, com dois modelos desenvolvidos por ele, semelhantes aos das corridas do Tron powered by Oculus Rift.

(imagem GizModo)

A coisa foi tão brilhante que teve direito a noticia no Gizmodo e tudo.

Dos projetos presentes na Hardware este ano, e restantes participantes, destaco dois que me chamaram a atenção: a BeeTheFirst, a primeira impressora 3D nacional, que em cuja conversa não me conseguiram convencer a comprar – não pelo seu potencial, que é muito, mas pronto, tenho mais que fazer com 1900€ 🙂

Trocámos várias impressões, e análises num grupo por lá, e uma das coisas que se concluiu é que o futuro será promissor para estes dispositivos, e para o mercado de modelos para imprimir certamente.

O outro projeto que adorei, e foi com algum prazer que estive bastante tempo á conversa com o Hugo Plácido, foi o Bitalino: uma plataforma bastante low cost que permite o desenvolvimento de aplicações e soluções na área dos bio sinais. Um simples ECG é algo simples com esta plataforma modular, e que no conjunto custa 149€!

Lançado em Setembro de 2013, o Bitalino já anda por todo o lado desde várias universidades, empresas, como por exemplo a Boeing e muitos locais. O Hugo fala com particular carinho e emoção do facto de ser usado pelo MIT, uma universidade de referência para engenharia, o que demonsta as potencialidades do produto.

Talks e mais talks: algumas que destaco entre as que seleccionei e vi

– A talk sobre Firefox OS dada pelo Christian Heilmann que por cá esteve em Portugal e veio falar acerca do OS da Mozilla.

– Ink V3 – Foi altura de apresentar a V3 do Ink. Coisas novas, e promessas. Tivémos ainda no final oportunidade de falar acerca de documentação e exemplos com um dos membros da equipa. Tem muito bom aspeto, e têm sido uma surpresa na comunidade um produto desta natureza feito cá. Passem pelo site http://ink.sapo.pt

– Bitalino, que já falei acima. Foi uma das que seleccionei para ir ver, mesmo depois do primeiro contacto que tive com o Bitalino e apresentação que o Hugo nos deu no Hardware DEN. Uma sessão live de demo fantástica. Foi aqui que me apercebi do que pretendia fazer o Baía Vieira com o seu projeto “Nelo”! (e que ganhou!)

– O PORTUGUESE INDIE GAME DEVELOPERS HANGOUT – muito de jogos de falou, até do Flappy Bird, e a não consensual opinião acerca se foi de propósito ou uma manobra de marketing. Mas o que mais gostei foi vê-los a falar acerca da monetização dos jogos que produzem e dos modelos para rentabilizar os jogos.

– Meo Cloud – O making off – Dispensa apresentações 🙂

– Scripting your way to (im)mortality, dada por Aitor Garcia. Confesso que esta me apanhou de supresa. Foi estranha no inicio, quase que me levou a sair da sala, mas depois lá me conquistou. A morte digital era o grande tema.

– Na Sexta feira no final o correu o “Portuguese Makers Hangout”, que contou com a presença de vários makers em PT.  Muito interessante, especialmente ver a paixão que demonstram. O anúncio de uma Maker faire em Lisboa foi brutal!

(Imagem AadM.pt)

Dos projetos o vencedor foi o “Nelo“, do Basílio Vieira, Pedro Leite e Ana Carolina e que se centra num projeto que e que tem como objectivo melhorar a qualidade de vida das pessoas com polio.

 (Imagem Projeto Nelo)

Pretende substituir a armação metálica por uma simples joelheira elástica, que com recurso a sensores, e por saber o ponto onde está, é possível que se torne flexível ou rigida.

(Imagem AadM.pt)

Será um grande feito se este projeto chegar a uma fase comercial, e a um preço sustentável, de forma a permitir melhorar a vida a tantas pessoas.

Na quinta, e extra Codebits, foi ainda dia de jantar da comunidade Aberto Até de Madrugada que como já vêm sendo habitual, durante o Codebits se junta para animada conversa. É o ponto de encontro anual em Lisboa, dado que habitualmente os encontros são na zona Norte.

E aqui fica a foto do Grupo !

Para o ano haverá mais, e mais Codebits certamente!

 

 

 

 

 

 

 

Google ChromeCast

Foi em 2013 que a Google lançou o Google ChromeCast. A visão era simples: tornar qualquer TV numa SmartTv. Um pequeno dispositivo que se liga na porta HDMI de uma televisão, e que permite a transmissão para o mesmo de conteúdos, a partir do Google Chrome ou outros dispositivos cujas aplicações que lá corram o suportem. E foi assim que começou, em Julho de 2013 a ser vendido nos US a um preço de 35$.  Em Outubro de 2013 ainda foi possível encomendar o Chromecast na Amazon, por lapso, o que rápidamente foi cancelado, deixando assim o dispositivo fora de Portugal.

Com a saída dos Nexus na Play Store em Portugal, surgiu assim algo que se esperava para acontecer: o ChromeCast ficou disponível na Europa, e no dia 19 podia-se ler que Portugal era um dos países oficialmente suportado, aceitando a Amazon.es encomendas para entrega a partir de 24 Março, e a Amazon.co.uk encomendas de imediato.

Pois bem, como queria um media player para uma das TV, e eram requisitos algo pequeno, discreto e que não fosse de setup complexo haviam duas hipóteses a ponderar: uma pen Android, sendo a TronSmart uma opção por 46€ mais eventualmente a lotaria da alfandega ou o ChromeCast que agora se afigurava como uma possibilidade.

E assim lá foi, decidi-me pelo ChromeCast. Não ficando pelos 35$, mas sim por uns 35€ (25€ + impostos), e alguns dias depois lá chegou, via MRW.

Dentro da caixa, além do Chromecast, um Cabo Usb para ligar ao ChromeCast, um extensor HDI, e um pequeno transformador com uma tomada formato UK. Não critico dado que planeava apenas ligar o dispositivo via USB á TV usando uma porta de serviço na mesma, que assumi que tivesse uma tensão tipica de USB (e estava correto!).

Basta ligar o dispositivo, seleccionar a entrada de Input correta e fazer o setup, com a app para Android, ou no PC. Como tinha dito acima será necessário alimentar o device via USB caso a porta HDMI não suporte a especificação 1.4+ MHL (o que não era o caso).

O Setup é discreto, e mesmo num sitio escuro apenas se vê por vezes uma luz branca mais intensa no arranque do dispositivo. Em termos de ligação, o chromecast parece inicialmente antes do setup emitir num SSID Chromecastxxxx ao que o smartphone se liga para fazer o setup do mesmo, ie, dar-lhe as definições da rede wifi onde se vai emparelhar o dispositivo de forma a todos os dispositivos estarem na mesma rede Wifi. Recomenda-se Wifi com norma N, segundo li, e penso que se percebe bem o porquê – fazer streaming de internet a 1080p para o ChromeCast usando um Android como uma bridge implica alguma largura de banda no Wifi, o que em G será algo relativo. Claro que reproduzir um conteúdo local será certamente menos puxado.

Em termos de setup, tive alguma dificuldade em o fazer com o meu router Thomson TG799 (operador MEO), tendo inicialmente desativo a “advanced security” do Upnp, e a coisa lá parece ter (semi)funcionado tendo o dispositivo sido colocado na rede wifi de casa. Noutra discussão que acompanhei numa mailing list, dizia-se que era necessário ativar o multicast na rede Wifi, que permite que os aparelhos em Wifi falem entre eles. Não sei se ajudaria ou não, mas també, o acabei por fazer, acabando também por reativar a enhanced security do UpnP que já têm tantas vulnerabilidades…

A partir daqui é relativamente simples. Basta escolher algo no YouTube e clickar no icon de “Cast” – segundo da direita – e o conteúdo passa a ser reproduzido na TV.

A escolha de conteúdos é muita, e depois disto, nada mais na TV será o mesmo. Uma dumb tv fica assim internet enabled, e conteúdos não faltam pelo Youtube, mesmo coisas que nunca pensei possíveis como um concerto da Pink com uma qualidade brutal!

Uma das minhas ideias iniciais era o uso do XBMC com o chromecast. Tal é possível usando uma app chamada Avia que mediante a compra de uma “in app purchase” liberta o poder para fazer o cast para o CC (ChromeCast) que por cerca de 2€ torna assim possível ver conteúdos do xmbc na TV.

Isto consegue-se substuindo o player default do Xbmc pelo Avia, e depois fazendo o cast. Infelizmente legendas são algo que o player faz localmente, e o Avia não sabe gerir. Assim a não ser que as legendas estejam já embebidas no vosso video, o mesmo chega ao Chromecast sem legendas.

Há algumas opções para contornar isto, sendo uma delas o uso de uma fantástica app chamada “LocalCast” que permite a adição de legendas em tempo real. Com alguns pequenos bugs, mas muitas possibilidades é de facto fantástica, e é gratuita, podendo por um pequeno donativo serem tirados anúncios (que ainda nunca vi).

E desta forma se constrói assim uma TV internet enabled, para visualização de conteúdos na cloud.

Muitos podem argumentar que a pen android seria melhor – podia ser certamente. Mas em termos de simplicidade e just Play n´Go a solução do Google parece-me bater o ter uma pen, com um SO completo a correr na mesma, e todas as questões daí inerentes.

Conteúdos como os do google movies, music, ou NetFlix (chegasse cá ele) ficam assim á distância de dois dedos.

 

TP-Link PA211 e a avaria dos condensadores

Comprei em 2010 uns TP-Link PA211, que para quem não sabe são uns fantásticos PLC que me têm dado um jeitão para passar rede entre duas divisões não contíguas aqui de casa.

Não obstante de serem um espetáculo, e terem sido comprados bem baratos numa promoção da Pixmania, sofrem de um problema que aparentemente pelo mundo inteiro os afeta.

A primeira vez que ouvi falar disto foi de um colega o Carlos, em que os dois morreram. Ora o Carlos dedicou-se a pesquisar um pouco na net acerca disto, e chegou á conclusão que havia muita gente a queixar-se de um problema de um condensador. No caso dele, ambos morreram na mesma altura.

Na semana seguinte, quase por magia, o meu tio queixou-se do mesmo. Lá acabei por lhe dispensar um terceiro que provinha de um kit que comprei a meias com o Carlos para “spare”.

Ora agora foi a minha vez. O dito aparelho estava morto: não tinha luzes, não fazia nada. Acabada a garantia, como já sabia desta questão levantei o autocolante procurei o parafuso que junta a tampa á caixa e abri as entranhas do bicho para procurar o problema.

Pode-se rápidamente ver que o problema é um condensador electrolitico que ali está rebentado: 1500microFarad de 6.3V.

Pelo que pesquisei na net, ninguém ainda percebeu se é um problema de design do circuito e a voltagem do condensador é insuficiente, ou é mesmo um problema de qualidade do condensador.

Fui ali á RadiPeças e comprei dois de 1500microFarad de 16V, precisamente já para prevenir algum mau dimensionamento. Os dois, bem, porque qualquer dia vai acontecer o mesmo ao par deste, e por oitenta cêntimos fica já o problema semi resolvido.

É só abrir, levantar o PCB pelo lado da ficha ethermet, forçando a caixa a separar-se desta, sendo que o botão de reset dificulta a operação – no meu caso cortei a parte visivel do push button, e ainda com o ferro de soldar queimei um pouco do plástico. Ainda empurrei aquilo mais um pouco para dentro, mas depois de algumas investidas a coisa lá se abriu. A imagem abaixo mostra uma outra tentativa que encontrei noutro site em que parece que arrancaram o botão. Será sempre uma coisa parecida que será necessário fazer para abrir e levantar o PCB de forma a dessoldar o condensador e voltar a soldar o novo.

Note-se que os 220V da ficha ligam diretamente ao PCB por aquelas tiras metálicas que lá estão soldadas diretamente, pelo que deverão ter alguma paciência e cuidado a levantar a placa PCB (soldadas nos quadrados amarelos da segunda figura do post).

E pronto após trocar o condensador ficou a funcionar. Cá está ele, a comunicar com o seu par a ums possiveis 30 metros, e com uma velocidade de 123Mbps – apesar de apenas ter uma tomada ethernet com velocidade de 100Mbps.

Já lá vão uns 15 minutos, escrevi o post, o windows fez updates e está tudo a funcionar!