Cloudflare

Estamos em 2020 e decidi alterar o blog para passar a usar a Cloud Flare. Não espero uma mudança significativa, dado que não somos um gigante, nem vou mais além da pretensão de ter aqui um espaço pessoal, mas faz sentido.

Aproveita-se assim a renovação do domínio, para uso da Cloudflare que me parece ser atualmente um dos registars mais baratos que encontrei – fica por avaliar o provider do alojamento que sinceramente não me trouxe experiências muito boas passadas com confusões com os dominios.

Quanto ao alojamento já dizia alguém “se queres algo bem feito é melhor fazeres tu”, mas de momento alugar uma VM e tratar do hosting de um blog é demasiado time consumer e overkill para este blog e um pequeno fórum que mantenho por razões quase “afetivas”.

Estamos em 2020, a web evoluiu, quase a maioria dos personal blogs que conheço ou muitos já desapareceram, ou estão ao abandono – este não é uma exceção e anda mais pelo campo da segunda hipótese.

Com menos tempo e outras ferramentas mais a tender para o social networking foi a machadada final nestas plataformas “pessoais”, uma tendência como muitas outras que tem acompanhado e ditado o ciclo de vida das coisas nas internets. E isso é bem patente no ciclo de vida dos produtos de gigantes como a Google por exemplo, em que de um dia para o outro são anunciados encerramentos de serviços.

Estrada Nacional 2 – Uma viagem por Portugal – Dia 1

Na sequência do post anterior, assim continuámos com saída de Almada pela manhã de Sexta dia 2 de Agosto, com chegada a Chaves à Residencial São Neutel onde imaginava que só iria querer um banho quente e uma cama para dormir – na realidade não foi assim mas já lá vamos mais para o final do post .

A saída ocorreu sem grandes demoras, alguma bagagem na maioria roupa, algum dinheiro para os imprevistos (não ando com dinheiro habitualmente – só cartões), telemóvel do dia a dia, telemóvel do GPS com dados “full loaded”, uma garrafa de água e pouco mais. As malas laterais da NC viram neste dia a sua primeira grande utilização (nunca tinham sido usadas na mota, e só andaram nela em Nov. 2018 do stand até casa). Coube tudo, sem espinhas!

A primeira paragem ocorreu a meio do Eixo Norte Sul para o primeiro atestar de depósito – com uma autonomia de 300KM, seriam certamente precisos dois depósitos para toda a viagem a efectuar no primeiro dia. Seguiu-se uma paragem na Arruda dos Vinhos para uma visita à avozinha que estava no lar – seria efectivamente o primeiro ano que não passaríamos o aniversário juntos desde que me lembro (e infelizmente foi mesmo o último dado que a minha avó acabou por falecer algumas semanas mais tarde).

Após isto vinha o almoço, e já tinha mais ou menos agendado as coisas para uma paragem para almoço na minha Santarém – o local seria o Pingo Doce.

Tinha prometido a mim mesmo uma refeição light para a viagem, dado que até fazer uma espécie de “dieta” era algo que estava nos planos. O orçamento para a viagem estava definido +- e as opções de refeição em similares ao Pingo Doce eram uma ideia, tendo aqui um belo de um salmão grelhado sido a opção.

Findo o almoço seguiu-se uma rápida passagem pela Escola Secundária Sá da Bandeira, o antigo Liceu para uma visita rápida, uma foto dado que as cores do edíficio estavam mesmo convidativas a tal e preparar para a parte “exaustiva” da viagem.

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FlashBack CodeBits V

O Ricardo Jóia, meu antigo colega de trabalho, e conhecido de várias guerras mandou-me via LinkedIn umas fotos e uns videos.

Eu como sou um gajo com excesso de tempo (!) só hoje quando fui ver uma mensagem que alguém me enviou via LinkedIn a perguntar se eu queria comprar um carro que a Sant***** dado que ” temos todas as marcas novos e semi novos ” – confesso que esta abordagem é nova para mim, deparei-me com esta memória do Codebits em 2011!

Este set de memórias não têm o patrocínio do AadM, mas podem sempre passar por lá. Foram bons momentos.

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Estrada Nacional 2 – Uma viagem por Portugal

Já tinha lido alguma coisas acerca desta fantástica viagem, mas foi em parte devido ao post do Quilometro Infinito que me fizeram colocar esta experiência na Bucketlist. Na mais pura definição escrevem os mesmos sobre isto:

A Estrada N2 é a mais longa estrada de Portugal e uma das mais extensas do mundo. Ao longo de 738 km percorre Portugal de lés-a -lés entre Chaves, no Norte, e Faro, no Sul, e é considerada uma das mais míticas rotas de sempre. Percorrê-la de mota é a garantia de dias em beleza, passando por alguns dos mais fabulosos recantos do país.
Porque é portuguesa com certeza, não representa apenas um percurso carregado de séculos de existência e tradição, é também um roteiro panorâmico e gastronómico pelo país que tanto nos oferece.
Desfrutar de cada quilómetro numa viagem de mota é o que muito recomendamos, com a promessa de uma viagem fabulosa pelo desfile de diversidade de paisagens de norte a sul.

Não podia estar mais de acordo. E o facto de em 2019 fazer 40 anos, e ter trocado a mota nos finais de 2018 ajudaram, não obstante ser algo que se faz com qualquer idade (lembro-me de encontrar uma pessoa numa área de serviço em Viseu já de idade que mal se conseguia meter em cima da mota para colocar gasolina, e só com apoio meu e de alguém da área de serviço não caiu), e mesmo com qualquer moto – por este país muito andei de 125cm3, e até mesmo Espanha.

E assim se começou o planeamento da viagem: tentei ir em grupo, e para isso aliciei “o núcleo mais duro” dos meus camaradas do F125CC com quem fiz a maior das minhas viagens de moto, mas quis a ironia do destino, que por agenda deles, e dado que a viagem tinha para mim o marco dos 40 acabesse por ir sozinho. Muitos me disseram que não era algo recomendado, e que deve sempre haver apoio, mas fruto da trivialidade do percurso, convertido em rota turística da moda decidi que iria mesmo sozinho, na senda de concretizar este desejo.

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Novo UI Android Auto

Finalmente o Novo user interface do Android Auto chegou até aqui.

Mais polido, com melhorias significativas, especialmente não saltar do Waze para o telefone aquando de uma chamada ficando apenas com o símbolo do telefone no canto inferior permitindo desligar rapidamente a mesma.

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Por outro lado, o Waze parece aparecer agora mais para baixo nos menus, o que causa um efeito algo encolhido nos menus.

Já ao nível dos icones, na sua maioria são shortcuts que abrem as aplicações no telefone. Confesso que não percebo a utilidade de tal – o objetivo é não se mexer no telefone a conduzir não?