Novo UI Android Auto

Finalmente o Novo user interface do Android Auto chegou até aqui.

Mais polido, com melhorias significativas, especialmente não saltar do Waze para o telefone aquando de uma chamada ficando apenas com o símbolo do telefone no canto inferior permitindo desligar rapidamente a mesma.

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Por outro lado, o Waze parece aparecer agora mais para baixo nos menus, o que causa um efeito algo encolhido nos menus.

Já ao nível dos icones, na sua maioria são shortcuts que abrem as aplicações no telefone. Confesso que não percebo a utilidade de tal – o objetivo é não se mexer no telefone a conduzir não?

Google TakeOut

No outro dia tomei conhecimento do Google TakeOut. Conhecia algo parecido para exportar os nossos dados, mas não sabia que era tão amplo. Na sequência de a discussão de backups sobre fotos no slack do Aadm reparei nisto.

E decidi arriscar: queria ver qual era a minha pegada no ecossistema Google, e ver o que lá está sobre mim. Lá mandei criar o arquivo e após algumas horas está pronto.

Portanto para os srs da Google o meu valor são 39.28Gb. Confesso que estou curioso e vou dissecar estes arquivos para ver então o que sabem sobre mim.

Provavelmente a maioria serão imagens do Google Photos, que era algo que queria obter uma cópia. O resto serão emails, e provavelmente muitas coisas que ninguém conseguirá perceber relativa à componente analítica dos serviços, que tanto sobre nós conhecem.

Ainda no outro dia fiquei com o telemóvel pejado de anúncios sobre transplantes capilares após duas horas antes terem estado junto a mim três pessoas a falarem sobre esse assunto.


Impostos 2018

Na entrega do IRS de 2018 encontrei este gráfico. Achei interessante, e aqui fica para repositório de informação, indicando onde são gastos aplicados os nossos impostos.


Os valores apresentados correspondem à média da despesa por funções da Administração Central dos três últimos anos disponíveis (2015-17). Não é considerado no total da despesa a parte contributiva da Caixa Geral de Aposentações. A função de Proteção Social inclui a despesa não contributiva da Segurança Social (Subsistema de Solidariedade, Proteção Familiar e Ação Social). Fontes: Instituto Nacional de Estatística, Despesa da Adm. Central por função (COFOG) e Conta da Segurança Social de 2015 a 2017.

Mais um rato

Tinha prometido a mim próprio que desde o último, seria mesmo o último rato que compraria da Microsoft: caros, e este último com uma qualidade duvidosa, e que nem suporte consegui para o mesmo face aos problemas que encontrei. Nem por telefone, nem pelas páginas, nem pelo Facebook dos mesmos, não consegui arranjar um único sitio para me queixar do referido, e após várias transferências entre linhas, a paciência acabou.

O rato destinava-se a utilização diária profissional, e era um Microsoft Mouse 4000 (que substituiu algo que comprei antes da HP e não funcionava).

Não era o primeiro que comprava da Microsoft, mas fiquei particularmente desiludido com ele: por um preço que rondou os 40 euros, passado nem quase seis meses a borracha da scroll wheel começou a esfarelar-se toda, tendo encravado o mecanismo.

Após alguma pesquisa, percebi via comentários da Amazon, que era uma situação comum: a solução que muitos encontraram foi simplesmente remover toda a borracha, ficando apenas a roda em plástico, mais baixa, mas funcional.  Posteriormente ainda antes dos dois anos de término da garantia foi as borrachas de lado – já tinham um aspeto gasto do uso diário, mas começaram a descolar do plástico dando um “touch” muito miserável. Mas o rato lá foi sobrevivendo e cumprindo a sua função nestes pouco mais de dois anos diáriamente. No outro dia um pequeno acidente fez o laptop cair, tendo o seu sensor servido de amortecedor à queda na alcatifa….. e lá terminou a sua vida – o sensor ficou rachado ao meio, e como é wireless nunca mais funcionou.

Não é de facto o meu primeiro: já antes para esta função tinha comprado um Microsoft Mouse 3400, bonito e funcional, que no entanto para o uso diário me veio a mostrar ser desconfortável, dado que era demasiado pequeno.

Efetivamente veio a revelar-se um bom companheiro para o meu Surface Pro 3, que ainda hoje me acompanha em casa. Dotado de uma mobilidade extrema é perfeito para estas funções – o Surface Mouse ainda esteve equacionado, mas nunca o comprei, e o 3400 mostrou-se adequado à tarefa.

Tive ainda outros produtos, sendo os que mais me recordo são um outro caricato objeto – um combo Wireless Desktop 700 que tinha um layout de teclado particularmente curioso, e um também um Lumia 640, que ainda hoje funciona e guarda em si a última versão do Windows Phone entretanto abandonado, e ainda alguns devices com Windows CE – sim porque antes de Androids e iPhones já haviam smartphones.

Assim, hoje dado que o Mouse 4000 entregou a alma ao criador, equacionei a sua subsituição: andava tentado com o um Logitech MX Anywhere 2s, mas deixei passar a promoção da Amazon, e fora dela estão estupidamente caros.

Assim hoje ali na Fnac apanhei um outro objeto curioso: o Microsoft Sculptur Confort Mouse, em versão Bluetooth que me agradou ao toque (sou demasiado picuinhas com teclados e ratos – não estou já tão esquisito – dantes comprava montes de teclados e ratos porque nao me adaptava ao sitio de uma tecla, ou não gostava do toque), e assim lá adquiri este….

Com umas boas reviews na Amazon, um preço aceitável para um rato bluetooth no comércio de retalho local, materiais agradáveis fizeram-me escolher este, e assim me liberta uma porta usb do portátil.

Claro que não é recarregável, nem aparentemente suporta vários perfis de computadores emparelhados, mas parece um bom dispositivo.

Vamos ver se não me arrependo, e volto a achar que os periféricos da Microsoft são de facto bem desenhados e duráveis.

Adeus Maria Francisca

Foi a 14 de Setembro de 2011 que me aventurei nestas coisas das motas. Com 32 anos, e fruto de um conjunto de considerações tomadas na altura decidi comprar uma moto, que foi durante alguns anos o meu meio de transporte diário.

Desde sempre quis ter uma mota, mas os meus pais, especialmente a minha mãe sempre foram contra – esteve um dia quase a proporcionar-se uma cinquenta pelos 16 anos penso, mas acabou por não acontecer.

Foi com alguma delicadeza que abordei o tema com os meus pais aos 32 anos, e nem a minha mãe, nem a minha avozinha gostaram ou aprovaram a ideia, mas já estava tomada a decisão e a respetiva comprada.

Assim a 14 de Setembro de 2011 surgiu a Maria Francisca, uma Honda CBF125, que me ensinou muito.

Nela andei muito, nela aprendi muito, muito passeio fiz, foi a minha amiga de “commute” durante uns anos, muitos amigos e conhecidos fiz, nela caí duas vezes, e até que fruto de algumas mudanças e com o pequeno M a caminho deixei de andar nela tendo estado bem mais parada nos últimos três/quatro anos.

Assim, mais uma vez fruto de outras ponderações, decidi evoluir, numa decisão que nada levava a tal pensar – ate lhe tinha trocado os pneus em Agosto.

Após uma proposta de retoma bastante baixinhas, muitas propostas via OLX e Facebook, já quando estava um pouco cansado de muitas perguntas ou propostas ridículas durante toda a semana decidi entregar a moto à Honda como retoma e aí vou eu ao concessionário. E daí, como diz o ditado que tudo acontece na vida por uma razão, não foi possível concretizar o negócio.

E quando venho para casa a pensar no balde de água fria que tinha acontecido naquele momento, lembro-me de pensar precisamente nisso e que teria alguma piada vender a mota no fim do sucedido.

E lá toca o telefone, num contacto que fugia do Standart das mensagens do costume e lá combinámos mais uma mostra da mota para o outro dia, comigo francamente desanimado e sem grande paciência depois de uma proposta de compra de alguém que viria do Porto nesse sábado e acabou por desistir, e de outra pessoa que veio ver e ao qual como vendedor honesto após experimentar a mota fui obrigado a dizer que não era o que procurava e indiquei para poupar o dinheiro para comprar algo de maior cilindrada.

O Domingo chegou, e com ele o contacto de Sábado chegou, em família que vieram ver a Maria Francisca.

Vieram, gostaram, simpáticos, e talvez o único interessado que não começou logo a perguntar quanto é que lhe fazia no mínimo estava interessado e fechámos negócio. Tão atípico, que foi mesmo o que não tinha falado sequer no preço comigo ao telefone, algo que descobri quando lhe comuniquei o que pretendia vs o que estava no anúncio.

E assim lá combinámos a transferência de propriedade na quarta-feira e lá foi ela depois de consumado o dito ato.

E venha a próxima… Até sempre minha M.F. – é com tristeza que chego às garagem e não te vejo hoje em dia.