IoT & Pachube

Hoje estava a reconfigurar o browser para passar a usar a minha conta Gmail normal, dado que decidi voltar ao Gmail – o uso de Google Apps têm algumas limitações, dado que nem todos os serviços estão disponiveis para Google Apps, e como o meu email pessoal atualmente está suportado em iCloud decido voltar a usar a minha conta plain Google.

Na importação dos favoritos dei com um antigo link para o meu antigo feed da Xively, anteriormente conhecido por Pachube.

Parece que corria o ano de 2007 e era criado o Pachube segundo história na Wikipedia

In 2007, London architect Usman Haque[2] founded Pachube (pronounced Patch bay) as a data infrastructure and community for the Internet of Things. Following the nuclear accidents in Japan in 2011, Pachube was used by volunteers to interlink Geiger counters across the country to monitor the fallout.[3] In July 2011, Pachube announced that they had been acquired by LogMeIn and renamed to Cosm.[4] Cosm came out of beta development and was rebranded as Xively to become a Public Cloud for the IoT in May 2013.

Google purchased Xively from LogMeIn on March 20, 2018.[5]

Ora, tanto tempo depois tentei abrir o link, e claro, não funcionava – apontava agora para algo da Google IoT após alguns erros do certificado – incrivel a história desta empresa – de Pachube e a sua utilização brutal com os acidentes no Japão, foi comprada pela LogMeIn e passou-se a chamar Cosm, passou a ser chamada de Xively e posteriormente integrada na Google.

Comecei a usar esta IFT quando com um Envi passei a colocar na plataforma os consumos energéticos da minha casa – terá sido por 2010/2011.

Mais tarde acabei por começar a usar uma solução própria – o MyDomus (tenho que documentar isto por aqui – no inicio optei por não o fazer dado estar em implementação no projeto em que entrámos no Sapo via Startup LX, e depois esperei por chegar até ao fim, e como de costume o tempo passou e nada aconteceu, ficou por publicar no meu pequeno livro), que surgiu de um projeto feito no CodeBits em 2011, e que acabou por ser substituído mais tarde por uma solução proprietária – EDP Re:dy.

Mas o caricato nisto tudo mesmo é ver a história do Pachube, e a sua evolução ao longo dos anos. Nostalgia.

Para quem passou por ela, é curioso ver o avanço timido da IoT, e aquilo que hoje com o 5G todos dão como banal 🙂

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