Novo UI Android Auto

Finalmente o Novo user interface do Android Auto chegou até aqui.

Mais polido, com melhorias significativas, especialmente não saltar do Waze para o telefone aquando de uma chamada ficando apenas com o símbolo do telefone no canto inferior permitindo desligar rapidamente a mesma.

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Por outro lado, o Waze parece aparecer agora mais para baixo nos menus, o que causa um efeito algo encolhido nos menus.

Já ao nível dos icones, na sua maioria são shortcuts que abrem as aplicações no telefone. Confesso que não percebo a utilidade de tal – o objetivo é não se mexer no telefone a conduzir não?

Google TakeOut

No outro dia tomei conhecimento do Google TakeOut. Conhecia algo parecido para exportar os nossos dados, mas não sabia que era tão amplo. Na sequência de a discussão de backups sobre fotos no slack do Aadm reparei nisto.

E decidi arriscar: queria ver qual era a minha pegada no ecossistema Google, e ver o que lá está sobre mim. Lá mandei criar o arquivo e após algumas horas está pronto.

Portanto para os srs da Google o meu valor são 39.28Gb. Confesso que estou curioso e vou dissecar estes arquivos para ver então o que sabem sobre mim.

Provavelmente a maioria serão imagens do Google Photos, que era algo que queria obter uma cópia. O resto serão emails, e provavelmente muitas coisas que ninguém conseguirá perceber relativa à componente analítica dos serviços, que tanto sobre nós conhecem.

Ainda no outro dia fiquei com o telemóvel pejado de anúncios sobre transplantes capilares após duas horas antes terem estado junto a mim três pessoas a falarem sobre esse assunto.


Mais um rato

Tinha prometido a mim próprio que desde o último, seria mesmo o último rato que compraria da Microsoft: caros, e este último com uma qualidade duvidosa, e que nem suporte consegui para o mesmo face aos problemas que encontrei. Nem por telefone, nem pelas páginas, nem pelo Facebook dos mesmos, não consegui arranjar um único sitio para me queixar do referido, e após várias transferências entre linhas, a paciência acabou.

O rato destinava-se a utilização diária profissional, e era um Microsoft Mouse 4000 (que substituiu algo que comprei antes da HP e não funcionava).

Não era o primeiro que comprava da Microsoft, mas fiquei particularmente desiludido com ele: por um preço que rondou os 40 euros, passado nem quase seis meses a borracha da scroll wheel começou a esfarelar-se toda, tendo encravado o mecanismo.

Após alguma pesquisa, percebi via comentários da Amazon, que era uma situação comum: a solução que muitos encontraram foi simplesmente remover toda a borracha, ficando apenas a roda em plástico, mais baixa, mas funcional.  Posteriormente ainda antes dos dois anos de término da garantia foi as borrachas de lado – já tinham um aspeto gasto do uso diário, mas começaram a descolar do plástico dando um “touch” muito miserável. Mas o rato lá foi sobrevivendo e cumprindo a sua função nestes pouco mais de dois anos diáriamente. No outro dia um pequeno acidente fez o laptop cair, tendo o seu sensor servido de amortecedor à queda na alcatifa….. e lá terminou a sua vida – o sensor ficou rachado ao meio, e como é wireless nunca mais funcionou.

Não é de facto o meu primeiro: já antes para esta função tinha comprado um Microsoft Mouse 3400, bonito e funcional, que no entanto para o uso diário me veio a mostrar ser desconfortável, dado que era demasiado pequeno.

Efetivamente veio a revelar-se um bom companheiro para o meu Surface Pro 3, que ainda hoje me acompanha em casa. Dotado de uma mobilidade extrema é perfeito para estas funções – o Surface Mouse ainda esteve equacionado, mas nunca o comprei, e o 3400 mostrou-se adequado à tarefa.

Tive ainda outros produtos, sendo os que mais me recordo são um outro caricato objeto – um combo Wireless Desktop 700 que tinha um layout de teclado particularmente curioso, e um também um Lumia 640, que ainda hoje funciona e guarda em si a última versão do Windows Phone entretanto abandonado, e ainda alguns devices com Windows CE – sim porque antes de Androids e iPhones já haviam smartphones.

Assim, hoje dado que o Mouse 4000 entregou a alma ao criador, equacionei a sua subsituição: andava tentado com o um Logitech MX Anywhere 2s, mas deixei passar a promoção da Amazon, e fora dela estão estupidamente caros.

Assim hoje ali na Fnac apanhei um outro objeto curioso: o Microsoft Sculptur Confort Mouse, em versão Bluetooth que me agradou ao toque (sou demasiado picuinhas com teclados e ratos – não estou já tão esquisito – dantes comprava montes de teclados e ratos porque nao me adaptava ao sitio de uma tecla, ou não gostava do toque), e assim lá adquiri este….

Com umas boas reviews na Amazon, um preço aceitável para um rato bluetooth no comércio de retalho local, materiais agradáveis fizeram-me escolher este, e assim me liberta uma porta usb do portátil.

Claro que não é recarregável, nem aparentemente suporta vários perfis de computadores emparelhados, mas parece um bom dispositivo.

Vamos ver se não me arrependo, e volto a achar que os periféricos da Microsoft são de facto bem desenhados e duráveis.

Ford Sync 3 v3.0 update

Gosto muito de manter os softwares atualizados, defeito pessoal, profissional ou ambos. Geralmente as ultimas versões trazem muitas correções, novas features e por aí adiante.

No caso do software dos carros é algo impressionante: ou não há updates, ou as formas de aceder a ele são no mínimo estranhas.

Ora o meu atual carro até às procura por WiFi, encontrar é que não.

Contrariamente à Ford Americana o site da ford.pt não tem um local onde permita pesquisar por novos softwares para atualização como os americanos.

Tentei recentemente ver tal no concessionário, mas a resposta além de vaga, pareceu-me ter custos envolvidos. “Não é caro” por uma coisa que devia funcionar simplesmente bem.

Ontem por passeios por blogs acabei por saber que saiu mais uma nova versão do Sync 3, agora a versão 3.0, o sistema de infotainment que equipa alguns modelos da Ford. Claro que… os fóruns americanos estão pejados de pessoas a fazerem updates, e com algumas pesquisas até se encontram os softwares americanos para download, que não funcionam nos modelos europeus, ou pelo menos poderão dar um caro tijolo.

Com alguma leitura descobri que o site da Ford UK permite fazer downloads para os modelos Europeus, o que é algo fantástico – https://www.ford.co.uk/owner/resources-and-support/sync-bluetooth/update#/status/ – basta lá ir e colocar o VIN do carro e ver se existem novas versões disponíveis.

E foi isso que fiz, saquei o ficheiro de quase 3GB, formatei a pen em exFat, descompatei para dentro da mesma e fui dar uma volta á praia.

O update demorou uns 30 minutos com dois reboots pelo meio, sendo que como o rádio tem que estar a funcionar o melhor é mesmo estar a andar de carro.

Chegado a casa tinha na pen um ficheiro XML resultante da operação que coloquei no site da Ford e me indicou que a operação correu bem. Uma rápida análise ao conteúdo julgo que servirá para os mesmos saberem que foi feito update neste carro.

E pronto, parece que poupei uns €€€, dado que julgava não se possível de forma autodidata, sem recorrer à oficina e oficialmente.

Já quanto a novidades diz que tem um suporte ao Apple CarPlay, sendo irrelevante para mim dado que o Android Auto é coisa que uso desde os primeiros dias do carro, alguns ícones novos e mais cores nas detecções do estacionamento. Pelo menos do que me apercebi, dado que em tanto GB certamente mais coisas mudaram….. Nem que seja a BD das músicas (“Gracenote”)

Cloudflare DNS resolver 1.1.1.1

Pode parecer piada de uma 1 de Abril, mas não o é: a Cloudflare em conjunto em com a APNIC disponibilizam assim o DNS público mais rápido do mundo usando o endereço 1.1.1.1 – boas notícias para quem já usava os DNS da Google (8.8.8.8) . Mais informações em http://1.1.1.1 🙂

For IPv4: 1.1.1.1 and 1.0.0.1
For IPv6: 2606:4700:4700:: 1111 and 2606:4700:4700:: 1001