FlashBack CodeBits V

O Ricardo Jóia, meu antigo colega de trabalho, e conhecido de várias guerras mandou-me via LinkedIn umas fotos e uns videos.

Eu como sou um gajo com excesso de tempo (!) só hoje quando fui ver uma mensagem que alguém me enviou via LinkedIn a perguntar se eu queria comprar um carro que a Sant***** dado que ” temos todas as marcas novos e semi novos ” – confesso que esta abordagem é nova para mim, deparei-me com esta memória do Codebits em 2011!

Este set de memórias não têm o patrocínio do AadM, mas podem sempre passar por lá. Foram bons momentos.

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Estrada Nacional 2 – Uma viagem por Portugal

Já tinha lido alguma coisas acerca desta fantástica viagem, mas foi em parte devido ao post do Quilometro Infinito que me fizeram colocar esta experiência na Bucketlist. Na mais pura definição escrevem os mesmos sobre isto:

A Estrada N2 é a mais longa estrada de Portugal e uma das mais extensas do mundo. Ao longo de 738 km percorre Portugal de lés-a -lés entre Chaves, no Norte, e Faro, no Sul, e é considerada uma das mais míticas rotas de sempre. Percorrê-la de mota é a garantia de dias em beleza, passando por alguns dos mais fabulosos recantos do país.
Porque é portuguesa com certeza, não representa apenas um percurso carregado de séculos de existência e tradição, é também um roteiro panorâmico e gastronómico pelo país que tanto nos oferece.
Desfrutar de cada quilómetro numa viagem de mota é o que muito recomendamos, com a promessa de uma viagem fabulosa pelo desfile de diversidade de paisagens de norte a sul.

Não podia estar mais de acordo. E o facto de em 2019 fazer 40 anos, e ter trocado a mota nos finais de 2018 ajudaram, não obstante ser algo que se faz com qualquer idade (lembro-me de encontrar uma pessoa numa área de serviço em Viseu já de idade que mal se conseguia meter em cima da mota para colocar gasolina, e só com apoio meu e de alguém da área de serviço não caiu), e mesmo com qualquer moto – por este país muito andei de 125cm3, e até mesmo Espanha.

E assim se começou o planeamento da viagem: tentei ir em grupo, e para isso aliciei “o núcleo mais duro” dos meus camaradas do F125CC com quem fiz a maior das minhas viagens de moto, mas quis a ironia do destino, que por agenda deles, e dado que a viagem tinha para mim o marco dos 40 acabesse por ir sozinho. Muitos me disseram que não era algo recomendado, e que deve sempre haver apoio, mas fruto da trivialidade do percurso, convertido em rota turística da moda decidi que iria mesmo sozinho, na senda de concretizar este desejo.

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Novo UI Android Auto

Finalmente o Novo user interface do Android Auto chegou até aqui.

Mais polido, com melhorias significativas, especialmente não saltar do Waze para o telefone aquando de uma chamada ficando apenas com o símbolo do telefone no canto inferior permitindo desligar rapidamente a mesma.

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Por outro lado, o Waze parece aparecer agora mais para baixo nos menus, o que causa um efeito algo encolhido nos menus.

Já ao nível dos icones, na sua maioria são shortcuts que abrem as aplicações no telefone. Confesso que não percebo a utilidade de tal – o objetivo é não se mexer no telefone a conduzir não?

Google TakeOut

No outro dia tomei conhecimento do Google TakeOut. Conhecia algo parecido para exportar os nossos dados, mas não sabia que era tão amplo. Na sequência de a discussão de backups sobre fotos no slack do Aadm reparei nisto.

E decidi arriscar: queria ver qual era a minha pegada no ecossistema Google, e ver o que lá está sobre mim. Lá mandei criar o arquivo e após algumas horas está pronto.

Portanto para os srs da Google o meu valor são 39.28Gb. Confesso que estou curioso e vou dissecar estes arquivos para ver então o que sabem sobre mim.

Provavelmente a maioria serão imagens do Google Photos, que era algo que queria obter uma cópia. O resto serão emails, e provavelmente muitas coisas que ninguém conseguirá perceber relativa à componente analítica dos serviços, que tanto sobre nós conhecem.

Ainda no outro dia fiquei com o telemóvel pejado de anúncios sobre transplantes capilares após duas horas antes terem estado junto a mim três pessoas a falarem sobre esse assunto.


Mais um rato

Tinha prometido a mim próprio que desde o último, seria mesmo o último rato que compraria da Microsoft: caros, e este último com uma qualidade duvidosa, e que nem suporte consegui para o mesmo face aos problemas que encontrei. Nem por telefone, nem pelas páginas, nem pelo Facebook dos mesmos, não consegui arranjar um único sitio para me queixar do referido, e após várias transferências entre linhas, a paciência acabou.

O rato destinava-se a utilização diária profissional, e era um Microsoft Mouse 4000 (que substituiu algo que comprei antes da HP e não funcionava).

Não era o primeiro que comprava da Microsoft, mas fiquei particularmente desiludido com ele: por um preço que rondou os 40 euros, passado nem quase seis meses a borracha da scroll wheel começou a esfarelar-se toda, tendo encravado o mecanismo.

Após alguma pesquisa, percebi via comentários da Amazon, que era uma situação comum: a solução que muitos encontraram foi simplesmente remover toda a borracha, ficando apenas a roda em plástico, mais baixa, mas funcional.  Posteriormente ainda antes dos dois anos de término da garantia foi as borrachas de lado – já tinham um aspeto gasto do uso diário, mas começaram a descolar do plástico dando um “touch” muito miserável. Mas o rato lá foi sobrevivendo e cumprindo a sua função nestes pouco mais de dois anos diáriamente. No outro dia um pequeno acidente fez o laptop cair, tendo o seu sensor servido de amortecedor à queda na alcatifa….. e lá terminou a sua vida – o sensor ficou rachado ao meio, e como é wireless nunca mais funcionou.

Não é de facto o meu primeiro: já antes para esta função tinha comprado um Microsoft Mouse 3400, bonito e funcional, que no entanto para o uso diário me veio a mostrar ser desconfortável, dado que era demasiado pequeno.

Efetivamente veio a revelar-se um bom companheiro para o meu Surface Pro 3, que ainda hoje me acompanha em casa. Dotado de uma mobilidade extrema é perfeito para estas funções – o Surface Mouse ainda esteve equacionado, mas nunca o comprei, e o 3400 mostrou-se adequado à tarefa.

Tive ainda outros produtos, sendo os que mais me recordo são um outro caricato objeto – um combo Wireless Desktop 700 que tinha um layout de teclado particularmente curioso, e um também um Lumia 640, que ainda hoje funciona e guarda em si a última versão do Windows Phone entretanto abandonado, e ainda alguns devices com Windows CE – sim porque antes de Androids e iPhones já haviam smartphones.

Assim, hoje dado que o Mouse 4000 entregou a alma ao criador, equacionei a sua subsituição: andava tentado com o um Logitech MX Anywhere 2s, mas deixei passar a promoção da Amazon, e fora dela estão estupidamente caros.

Assim hoje ali na Fnac apanhei um outro objeto curioso: o Microsoft Sculptur Confort Mouse, em versão Bluetooth que me agradou ao toque (sou demasiado picuinhas com teclados e ratos – não estou já tão esquisito – dantes comprava montes de teclados e ratos porque nao me adaptava ao sitio de uma tecla, ou não gostava do toque), e assim lá adquiri este….

Com umas boas reviews na Amazon, um preço aceitável para um rato bluetooth no comércio de retalho local, materiais agradáveis fizeram-me escolher este, e assim me liberta uma porta usb do portátil.

Claro que não é recarregável, nem aparentemente suporta vários perfis de computadores emparelhados, mas parece um bom dispositivo.

Vamos ver se não me arrependo, e volto a achar que os periféricos da Microsoft são de facto bem desenhados e duráveis.