Pink Floyd, Relíquias

Quase que o título do post poderia ser um álbum dos Pink Floyd, mas não, não o é.

No entanto é tudo sobre os Pink Floyd… decidi dar uso a algumas relíquias em vinil que ali tinha, e que já não passam num gira discos à cerca de 15 anos, e fazer um belo quadro.

Ora a receita:

e eis o resultado.

Primeiro, para alguns o que fiz pode ser considerado um verdadeiro atentato – até para mim o é, mas tentei ao máximo preservar estas autênticas reliquias sem as magoar. Os álbuns foram colados ao passepartout da moldura com fita cola, bem como os dois vinis que ficaram visíveis. Já nos vinis tive o máximo cuidado na colocação da fita cola… não quero mais riscos do que os eventuais que existem.

Decidi ainda para dar mais enchimento na moldura colocar o envelope que contêm o vinil do Animals, e que têm na sua frente as lyrics. Acho que ficou giro, preservando e mostrando estas peças raras que são mais velhas que eu próprio.Poderia ter ficado melhor, mas para uma melhor distribuição no quadro teria de fixar os álbuns de outra forma, e não me apetecia danificar os mesmos, ou deixar marcas irreversíveis.

Assim pode ser admirado a sua beleza e magia no dia a dia, e é prestado o devido tributo, ficando de alguma forma os álbuns protegidos, dado estarem neste “protector”.

Ficou a faltar o Division Bell, mas sinceramente esse desapareceu. Deve ter sido emprestado a alguém, e nunca mas o vi.

6 thoughts on “Pink Floyd, Relíquias

  1. Ainda hoje empacotei uns vinis deles….
    Era um fanático louco dos Pink Floyd. Adorava-os! Ainda hoje adoro. Não me canso das músicas.

    Quando andava no liceu, numa disciplina de trabalhos manuais, acabei o projecto de ano muito antes do previsto. Era bom a trabalhos manuais. Então para não ficar a olhar para o resto da turma o resto do ano, o professor perguntou-me o que queria fazer.
    Agarrei num bocado de tábua de madeira maciça e trabalhei-a com o nome da banda. Pink Floyd.
    PS: As letras foram primeiro decalcadas para a madeira e cortadas a formão e martelo.

  2. @Diogo eu sei ! Daí o dizer que o título (Reliquias) quase que poder ser um nome de um álbum… Infelizmente o Relics só tenho em DVD. Por acaso tenho de ir ali á arrecadação resgatar os meus dvds dos Pink Floyd.

    @Eduardo boa :=) Agora podes recuperar a tabuinha e meter na casa nova 🙂 Não faças como eu que com as mudanças ficaram todos os DVDS empacotados algures na arrecadação.

  3. Deixa-me fazer uma vénia a essas “Relics” que ai tens.

    Ainda hoje me sinto triste por o meu pai ter vendido os vinis que tinha onde se incluía obviamente o mítico The Wall…

    Eu posso já ter nascido muitos anos depois dos Pink Floyd mas mesmo assim sou um grande apreciador das musicas deles, muito por culpa do meu pai, tios e mais amigos da famila que todos gostavam da banda. Felizmente agora temos cá por casa a colecção quase toda da banda em CD mas não é a mesma coisa, ainda gosto bastante do som característico do vinil.

  4. @Dextro é…. todos em determinada altura fomos influenciados por alguém. Eu também adquiri o bichinho por amigos e familiares. O mitico som rodou muitas vezes nas noites da minha adolescência na qual eu e os meus amigos ouviamos vezes sem conta os mágicos a tocar.

    Infelizmente já não tenho gira discos, e já não posso ouvir aquele sonzinho… em que não muitas as poucas vezes se ouvia o grãozinho de pó na agulha. Enfim… coisas que hoje com os cds já não se encontram, mas que deixam muitas saudades.

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